quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MEU LIVRO DA WEB

Cont.

NÃO MATARÁS


A Câmara de Prata era de uma altura e largura assombrosa, mas o que me deixou em êxtase foi ver num canto uma antiga e rústica embarcação e na sua proa uma inscrição; “De Noé, aquele que muito honrou a Deus com sua fé, e deixou este relicário como legado e grande testemunho às gerações futuras”. Vi também sobre uma lápide uma belíssima arca de ouro junto de um enorme cajado e ao lado todo talhado em pedra os dez mandamentos. Na mesma lápide a inscrição com os seguintes dizeres “De Moisés, o sublime legislador que cumprindo os desígnios de Deus e por amor ao Messias, retornará para auxiliar a humanidade a fazer a grande travessia que os separam do outro lado do mar da vida eterna”. Eu estava de boca aberta, o Coronel Rolim, não estava nem um pouco espantado, até parecia que já conhecia tudo aquilo.

Percebi que num canto da grande Câmara havia um platô de granito, era como se fosse um palco, sobre ele havia uma mesa feita de rocha, sobre a qual repousava uma bandeja que tinha no seu interior algumas pequenas pedras de formatos esféricos nunca maior que o tamanho de uma laranja. A mesa estava circundada por vinte quatro acentos todos lapidados em pedra, porém notei que na cabeceira desta, havia um vigésimo quinto lugar, que ao invés de assento mais parecia um nicho encravado na parede, era como se fosse porta-retrato da altura de um homem, esculpido na parede rochosa, logo abaixo do rodapé daquela moldura era possível notar-se algumas inscrições cuneiformes de caracteres desconhecidos, tamanhos reduzidos e quase apagados pelo tempo, que no meu entender nem que fosse um perito em línguas antigas teria condições de interpretar aqueles arabescos. Mas após um rápido aceno da mão do guia em direção ao nicho, os caracteres como que brotando da parede forma uma frase em alto relevo e assim pudemos lê-lo: - “O REINO DO DÉSPOTA TERMINA ONDE COMEÇA O DOMÍNIO DAS IDÉIAS”. Logo abaixo havia uma assinatura; “Emanuel, aquele que caminhou sobre as águas, e fez-se pescador de almas”. Não entendi coisa alguma, como ninguém se manifestou, fiquei em silêncio como os demais.

Vi com espanto o guia de caravanas dirigir-se até o grande cajado e segura-lo com firmeza batendo o no chão, houve-se um estrondo que mais parecia um terremoto, um raio iluminou ainda mais aquela Câmara, quando apareceu diante de nós um ancião de túnica branca surgindo do nada. Ele abraçou o nosso guia, dizendo: - Muito bem Akenaton, deixe-os sob meus cuidados, daqui em diante assumo a instrução dos convidados. - Akenaton? - Ouvi curioso, aquele nome me soara familiar. Fiquei calado mas permaneci atento observando tudo. O guia retirou-se acenando para nós. Houve-se novo estrondo seguido de violento tremor no recinto. Passando o susto, percebemos que o novo instrutor estava dividido em duplo corpo, ligado por uma infinidade de arcos luminosos. Quebrando o silêncio ele diz: - sou Noé, aquele que resguardou algumas espécies das águas para repovoar a terra após o dilúvio de 2.344 a.C, aproximadamente. A segunda entidade disse, - posteriormente reencarnei como Ramoisés,* o retirado das águas, na Vigésima Dinastia do Egito entre o reinado de Merenpath e Ramsés III, a cerca de 1205-1100 a .C. e também salvei meu povo fazendo com ele a travessia das águas, retirando-o do Egito.

- O guia que os conduziu até aqui viveu na Terra no século XIII a.C. ou seja entre ano 1364 a 1330 a.C. como Amenófis IV o rejeitado Faraó Akenaton da Décima Oitava Dinastia do Egito, foi um dos primeiros emissários do mundo invisível a difundir entre os homens a idéia da unicidade de Deus,

Olhando e ouvindo tudo atentamente, entendi imediatamente a origem dos três nomes. O guia de caravana Araken Natan Osires da Luz, era o próprio Faraó Akenaton. Enquanto que o instrutor Ramoisés,* ou Noé e Moisés, tratava-se da mesma personalidade cuja primeira passagem pela Terra recebeu o nome de Noé. Que surpreendente revelação! Uma só alma em duas importantes reencarnações. Em todas as suas reencarnações voltou para defender o mesmo lema o “Não matarás”. Viva e deixe viver.



Rámoisés, ao ser retirado das águas do rio Nilo onde flutuava no interior de um cesto de junco, recolhido pela princesa filha do Faraó do Egito, recebeu o nome de Moisés que significa o retirado das águas. Mas como era costume, o primeiro filho homem da corte egípcia recebia o nome da suprema divindade junto do seu próprio nome, por isso era chamado “Rámoisés”. Assim aconteceu com Tutankamon, lembrando a Divindade Tut. Também Aknaton, alusão a Divindade Aton. Ou ainda Ramesses, mais uma vez lembrando a Divindade Rá.

NUMEROLOGIA

NÚMERO 6 (SEIS)

O número 6 (seis) na numerologia marca profundamente o lado mais materialista daquela pessoa que se encontra sobre a sua influência. Não digo que o indivíduo com este número se torne um sovina, ao contrário ele tem o estigma de gastador. Tudo o que a pessoa regida por este número faz é colocar à sua disposição daqueles à quem ele quer bem aquilo que ele ganha, não se importando na maioria das vezes com o valor, ou se vai lhe fazer falta amanhã.
Na sua vida entra muito dinheiro, porem se o afortunado não tiver algum auto controle ou alguém que controle por ele os seus gastos, tudo vai se dissipar muito rapidamente. Do mesmo jeito que o dinheiro vem fácil, vai embora com a mesma rapidez.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

VOZES DA ALMA - V.I ( P.10 )

NATIVIDADE

Eu sentia o mundo cor de rosa,
No alvorecer da minha infância de criança.
Enquanto eu aguardava a reencarnação,
Eu vivia no Parque da Boa Esperança.

No decorrer de alguns anos,
Vi reduzida minha matéria psicossomática.
Só nos períodos de profundas adaptações,
É que a metamorfose parecia estática.

Em breve eu retornaria a Espanha,
Renasceria na Madrí de antigas ilusões.
Não como toureiro pois os erros do passado,
Exigiam da minha parte profundas reparações.

Fui informado que reencontraria a morena,
Cujo meigo olhar jamais me faltou o brilho.
Como recompensa por suas desventuras,
Seria minha mãe, e eu seu muito amado filho.

Mamãe seria meu grande baluarte,
Ensinado-me cedo o amor pela natureza.
Sensibilizando-me a alma para a magia da criação,
Defendendo os animais com alma e destreza.

Minha juventude promete ser muito agitada,
Serei um pioneiro na defesa da Ecologia.
Combaterei a caça e a pesca indiscriminada,
Mergulharei fundo nos problemas da Zoologia.

O ambiente das arenas não mais me fascinarão,
Os touros terão em mim um implacável aliado.
Pois na defesa dos meus sagrados objetivos,
Nada irá me fazer ficar calado.

Te prepares mamãe para o sublime reencontro,
Distante da vaidade que corrompe e seduz.
Um Sol maior despontará em sua vida,
Embalando nos braços o filho que dará à luz.



Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

sábado, 18 de outubro de 2008

NADA EXISTE POR ACASO

LINCOLN VOLTOU COMO KENNEDY Se você acha que encontrar um conhecido num restaurante, num mercado, na rua é coincidência. Se você acha que ninguém aqui neste mundo ou ninguém lá do mundo em que você vivia antes de reencarnar aqui na Terra tem nada a ver com sua vida. Ou então que você faz da sua vida o que bem quer sem aceitar ajuda de esposa, filhos, amigos e irmãos, então veja isto...
Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846. >John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946. >Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860. >John F. Kennedy foi eleito presidente em 1960. >Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras. >Ambos estavam conprometidos na defesa dos direitos civis. >As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca. >Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira. >A secretária de Lincoln chamava-se Kennedy. >A secretária de Kennedy chamava-se Lincoln. >Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas. >Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas. >Ambos os sucessores chamavam-se Johnson. >Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808. >Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908. >John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839. >Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939. >Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes. >Os nomes de ambos os assassinos têm quinze letras. >Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado num depósito. >Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado num teatro. >Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento. >Uma semana antes de Lincoln ser morte ele estava em Monroe, Maryland. >Uma semana antes de Kennedy ser morto ele estava em Monroe, Marilyn. >Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy...
>Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln...

Você pode até não se importar com quem você foi na outra vida. Mas a vida atual é o maior tesouro que Deus te deu. Viva sendo digno desta oportunidade divina dizendo não aos maus hábitos, e vícios que te mergulha na escuridão e na ignorância.

VOZES DA ALMA - V.I ( P.10 )

NATIVIDADE

Eu sentia o mundo cor de rosa,
No alvorecer da minha infância de criança.
Enquanto eu aguardava a reencarnação,
Eu vivia no Parque da Boa Esperança.

No decorrer de alguns anos,
Vi reduzida minha matéria psicossomática.
Só nos períodos de profundas adaptações,
É que a metamorfose parecia estática.

Em breve eu retornaria a Espanha,
Renasceria na Madrí de antigas ilusões.
Não como toureiro pois os erros do passado,
Exigiam da minha parte profundas reparações.

Fui informado que reencontraria a morena,
Cujo meigo olhar jamais me faltou o brilho.
Como recompensa por suas desventuras,
Seria minha mãe, e eu seu muito amado filho.

Mamãe seria meu grande baluarte,
Ensinado-me cedo o amor pela natureza.
Sensibilizando-me a alma para a magia da criação,
Defendendo os animais com alma e destreza.

Minha juventude promete ser muito agitada,
Serei um pioneiro na defesa da Ecologia.
Combaterei a caça e a pesca indiscriminada,
Mergulharei fundo nos problemas da Zoologia.

O ambiente das arenas não mais me fascinarão,
Os touros terão em mim um implacável aliado.
Pois na defesa dos meus sagrados objetivos,
Nada irá me fazer ficar calado.

Te prepares mamãe para o sublime reencontro,
Distante da vaidade que corrompe e seduz.
Um Sol maior despontará em sua vida,
Embalando nos braços o filho que dará à luz.



Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

NUMEROLOGIA

NÚMERO 5 (CINCO)

O número 5 (Cinco) é um número bastante festejado pelas pessoas que descobrem estar sobre sua proteção. Aqueles que tem esta numeração no nome ou na data natal, é bastante favorecido pelo evento sorte, por isso trata-se de uma pessoa bem afortunada. Quem tem o número cinco costuma ter uma excelente visão das oportunidades quando ela se aproxima. Tem muita sorte nos jogos e loteria, não perdendo facilmente uma aposta. São pessoas alegres e intuitivas e raramente fazem um projeto de ganho de dinheiro vir a ser mal sucedido.

MEU LIVRO NA WEB

Cont.

A CÂMARA DE PRATA


Fantástico! Atravessamos, a porta que também se constituía num enorme bloco de granito impossível de ser removido por mãos humanas sem maquinários, pois a mesma estava entalada nas paredes do corredor, e a um toque das mãos do guia em um dos cantos da porta, foi como se nós tivéssemos sido sugados pelo seu interior até cairmos no chão do outro lado.

O guia não se estatelara no chão e assim aguardava em pé até que nós nos recompuséssemos, para então prosseguirmos na caminhada através de um corredor úmido. Perdi a noção do tempo, se é que tive alguma noção do mesmo desde que se iniciou àquela viagem fantástica. Chegamos ao termino do corredor que parecia infinito, havia um lago profundo, fruto de uma correnteza subterrânea, era necessário atravessá-lo pois estávamos do lado oposto da Câmara de Prata, ela era assim chamada, porque suas paredes emitiam um intenso brilho, cor prata, e esta ficava na outra margem do lago.

Recebemos ordem do guia para abrirmos nossa mochila e trocarmos de roupa para fazermos a travessia, porém minha surpresa só estava começando, ao abrir a bagagem não encontrei minhas roupas, o que acabei retirando da mochila foi um traje semelhante a um macacão todo prateado que me cobria dos pés até o pescoço, ele se fechava pela frente, não tinha zíper e nem botão, era uma espécie de tecido aderente que se fechava de forma justa no corpo, fazendo com que eu e o Coronel nos movêssemos com lentidão como se fossemos robôs, o mesmo não acontecia com nosso guia que se movia com impressionante agilidade dentro daquele uniforme.

O guia nos tranqüilizou dizendo, - em poucos instantes vocês vão se adaptar ao traje que vai estar em perfeita sintonia com a temperatura do corpo e da energia fluídica de cada um de vocês. - Agora ambos irão compreender, porque a escolha para esta viagem não poderia recair sobre qualquer mortal indiscriminadamente, pois um indivíduo sem as qualificações de vocês, ficaria prostrado no mesmo lugar, imóvel como chumbo. Assim falando, bastou um toque do dedo indicador do guia na correnteza, e dizendo algumas palavras, cujo significado não compreendi, no mesmo instante a água se acalmou e abriu-se ao meio, deixando um solo úmido e arenoso, mas firme para que pudéssemos chegar em segurança até o outro lado, naquele momento lembrei-me da travessia do mar vermelho feita por Moises e seu povo cativo do Egito, conforme relata o livro do “Êxodo”. Novamente não me deixaram fazer pergunta alguma, e logo eu que já estava com uma coceira danada na língua, ter que ficar calado diante de um feito daquela envergadura, haja disciplina!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

VOZES DA ALMA - V.I ( P.9 )

REENCARNAÇÃO

Ao deixar meu corpo físico,
Numa arena no planeta Terra.
Fui para um tribunal no astral,
Segui vaidoso como um herói de guerra.

Muitos touros eu fiz beijar o chão,
Antes que um deles me tombasse.
Tinha pretensões de reencarnar e Madrí,
Era preciso que um tribunal me julgasse.

Atravessei um jardim ensolarado,
Adiante encontrei o toureiro Juanito.
Que deixou a Terra antes de mim,
Seriamos julgados pelo mesmo delito.

Diante de numerosa platéia,
Sentamos no banco de réu.
Enquanto Juizes exibiam em telas,
Cada crime que parecesse mais cruel.

Percebi que os filmes exibidos,
Eram nossas projeções mentais.
Que saiam como luz do cérebro,
Indo compor todos aqueles materiais.

Juanito correu para fora,
Tomado de forte emoção.
Tudo indicava nele um despreparo,
Para enfrentar a reencarnação.

Tentei mudar as imagens transmitidas,
Ao me ver assassinando um touro.
Mas daí a pouco eu já me achava,
Embriagado por vícios e ouro.

Após o julgamento veio a sentença,
Que eu não esperava jamais.
Renasceria pobre para ser no futuro,
Líder da Associação de Defesa dos Animais.

Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O CANTINHO DA UFOLOGIA

O ET DE VARGINHA
ET de Varginha, o nome parece engraçado, mas quem passou pelo evento na cidade que deu o nome ao fato insólito não deve ter achado graça alguma. Principalmente porque a cidade virou notícia no mundo inteiro, não só em razão do aparecimento das tais criaturas do espaço, mas porque ninguém conseguiu até hoje explicações plausíveis para a morte do soldado Marco Ely Cherezzer que de acordo com os comentários correntes na cidade, ele foi o homem que após haver prendido uma das entidade biológica numa rede, agarrou-a em seguida com as mão e saiu com a criatura em baixo dos braços para deposita-la no caminhão que supostamente a levaria para a UNICAMP.
Este soldado morreu dias depois de devido a uma infecção generalizada que teria tido início na parte inferior do braço sob o qual ele carregou a tal criatura. A imprensa conseguiu relatos de sitiantes da região que contam terem visto horas antes do aparecimento dos ETs, uma nave do tamanho de um onibus que desceu vertiginosamente sobre os campos da cidade provocando um estrondo que inquietou todos os animais do local.
E para que não fique apenas no relato das meninas que viram em primeira mão os supostos viajantes do espaço. Na noite seguinte à da aparição, uma senhora estava comemorando com parentes e amigos seu aniversário no restaurante do Jardim Zoológico do local, quando saiu na varanda para fumar e tomou um susto ao ver uma entidade biológica semelhante à que apareceu para as meninas, olhando fixamente para ela. Após o susto o ET desapareceu na escuridão. Dias depois alguns animais do Zoológico tiveram morte misteriosa, abatidos por algum tipo de infecção até hoje sem um diagnóstico veterinário preciso.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

NUMEROLOGIA

O NÚMERO QUATRO
O número 4 (Quatro) Talvez seja aquele que mereça um capitulo à parte, todo especial só para falar sobre ele e sua origem. Trata-se de um número cabalístico cercado de uma forte egregora. Quem o tem como número natal ou correspondente do nome deve cultua-lo e tirar dele todo proveito possível até em benefício próprio, mas sua energia deve ser explorada para o bem, nunca para o mal, pois ele pode voltar-se contra a pessoa que der um destino negativo a ele.
Os povos mais místicos do Planeta procuram fugir deste número. Não o colocam em faixada das casas, assim como não colocam qualquer número cujo somarítimo vá terminar nele como por exemplo o número l3, 22, 31, 49, 58, 67, etc.
No Oriente Médio, e Alguns países da Ásia como Índia e China, e até em alguns países Europeus os edifícios saltam do 3º andar para o 5º andar, assim como saltam do 12° andar para 14° Tudo isso para fugir da mística do número 4 ou do 13 que é a sua soma.
Alguns leitores desta matéria há de se lembrar da aventura trágica da Apollo 13, que foi ao espaço no dia 13, as 13 horas. Sendo que o terceiro astronauta contraiu uma rubéola e foi substituído por um quarto astronauta que era o reserva e não tinha mais nenhuma expectativa de viajar naquele vôo. Horas depois da decolagem houve-se uma explosão, uma pane elétrica e a nave que deveria levar sua tripulação para um pouso tranquilo na Lua quase deixam seus cosmonautas irremediavelmente perdidos no espaço.
E para completar o nosso estudo a respeito do número quatro, quero lembrar que Jesus de Nazaré tinha um grupo composto de 11 homens, com ele contava-se doze, até que surgiu o l3º que não era pescador e nem galileu como a maioria dos apóstolos. Seu nome era Judas o Scariotes, um jovem escriba, da cidade de Scarias, e o restante da saga destes treze homens o mundo conhece fartamente.

VOZES DA ALMA - V.I ( P.8 )

LUZ DE NAZARÉ

Rompendo a cortina do astral,
Voei como um passarinho.
Voltei a rever os amigos,
Que deixei no antigo ninho.

A Terra olhada do céu,
É como gaiola azulada.
Que prende um povo aflito,
Saudoso da esfera amada.

Pouso no solo da Lua,
Solitário observo o Brasil.
Imponente triângulo divino,
Coração de povos mil.

Reis tornaram-se súditos,
Do mestre crucificado.
A filosofia cristã,
Foi a lei de muitos reinados.

Esta gente esqueceu o amor,
Eu vim lhes mostrar como é.
Que se encontra o amor verdadeiro,
Em Jesus de Nazaré.



Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

VOZES DA ALMA- V. I (P 7)

O ESPELHO

Hoje saí em lenta caminhada,
Objetivando conhecer o pomar.
Daquela bela morada celeste,
Que eu acabava de chegar.

Avisaram-me ser este pomar,
O espelho da minha última existência.
E que eu deveria visitá-lo,
E avaliar suas conseqüências.

Fui aproximando-me cautelosamente,
Estava um tanto ressabiado.
Pois se desvendar o futuro já assusta,
Imaginem exteriorizar fatos passados.

As flores simbolizavam a caridade,
Que pratiquei com esmero e carinho.
Mas o bem que deixei de fazer,
Acenava-me em forma de espinho.

Os frutos maduros representavam,
Os semelhantes à quem me dediquei.
Enquanto que os verdes simplesmente,
Foram sinceras amizades que renunciei.

As águas plácidas do lago,
Ao toque do vento perdiam a calma.
Em tempos de crise era mesmo assim,
Que ficava no íntimo a minha alma.

As revelações me surpreendiam,
E eu que me julgava um ser equilibrado.
Via minhas fraquezas jorrarem a cântaros,
Com todos os detalhes ali relembrados.

Entre surpreso e encantado,
Eu nem sabia o que falar.
Porque a verdade deste livro da vida,
Eu não tinha meios de apagar.


Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590. Folha: 95.
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

MEU LIVRO NA WEB

cont. A GRANDE PIRÂMIDE


Descemos por uma escadaria muito inclinada, até atingirmos um corredor longo que nos levou a uma espécie de câmara sem qualquer tipo de conforto, mas suas paredes emitiam um brilho capaz de permitir encontrar uma agulha no chão.

Logo mais o guia avisava: – “chegamos, vocês estão dentro da Câmara Subterrânea também conhecida por Fosso, Câmara do Caos ou do Abismo da Grande Pirâmide, O nosso destino é a Câmara de Prata onde nenhum mortal, a não ser vocês jamais estiveram”.

Notei a presença de mais duas portas de pedras, fiz menção de perguntar, mas o nosso guia, como que adivinhando meus pensamentos, se antecipou dizendo: – “Boa pergunta Leon, vê-se logo que você é pupilo atento aos detalhes, por isso afirmo que, a porta em frente, tem um gigantesco bloco de granito que impede a passagem que conduz ao corredor ascendente e leva à saída da Grande Pirâmide. Assim, como ao estreito caminho que conduz a Gruta, a seguir, à Câmara da Rainha e também para a Grande Galeria que se comunica com a Câmara do Rei. Porém, o que nos importa, é aquela segunda porta que leva a um longo e frio corredor e termina em uma galeria em baixo do rio Nilo. Hoje, é para lá que vamos, estamos em busca de revelações extraordinárias sobre a Gênese da humanidade e a vocês caberá a importante missão de difundi-las pelo mundo.























As linhas que demarcam as fronteiras do Egito faz dele o único país do mundo a ter seus contornos semelhante ao da Grande Pirâmide. Tendo sua base voltada para o mar Vermelho e mar Mediterrâneo.

MEU LIVRO NA WEB

A GRANDE PIRÂMIDE

Acordei tempos depois, senti um cutucão, era o Coronel Rolim me acordando: – “vamos, chegamos”, dizia ele. – “No aeroporto de Cumbica?” Indaguei: – “Não, nós estamos no Egito, em Gisé, la está a Grande Pirâmide de Quéops, desça e não faça perguntas sobre a viagem, pois agora não temos tempo a perder, depois falaremos sobre isso, converse só comigo, não se dirija a mais ninguém, não tente falar com qualquer pessoa que venha encontrar a menos que eu autorize”. Saí do veículo e o vi sumir, deslizando silenciosamente na escuridão sem emitir ruído de motor, - pensei com meus botões, carro zero e importado é outra coisa, não tive tempo de observa-lo direito, e por mais que me esforçasse não conseguia lembrar sua marca ou formato.

Sentei numa pedra ao lado do meu velho amigo, fazia muito frio e eu quase encolhido observava em silêncio, na escuridão, o vulto majestoso e milenar do incrível monumento de pedra. O Tempo foi passando, finalmente alguém se aproximou puxando pelas mãos três camelos. Ele parou diante de nós dizendo: - “doravante este será o nosso meio de transporte”. Quando ele terminou de falar, observei melhor e pude reconhecê-lo, era o senhor. Araken Natan Osires da Luz, o mesmo que dias antes da viagem foi a minha casa, porém não dando tempo para perguntas foi se apresentando: – “Sou Araken Natan, um modesto guia de caravanas, e acho que já nos conhecemos, não?” – “Doravante seguiremos juntos, entretanto quando vocês forem a Belém certamente irão reencontrar o veículo que usaram para chegar aqui e terão a oportunidade de conhecer o seu ilustre condutor”.

- Estou aqui para servi-los da forma como fora combinado previamente; não é mesmo meu querido amigo Rolim? – “De fato tudo como o combinado” afirmou o Cel Rolim: – “Subam no camelo, vamos nos aproximar da entrada da Pirâmide Cósmica”, murmurou o guia. O camelo abaixou-se, seu ventre tocou o solo, subimos na montaria, e seguimos até próximo da Esfinge que há milênios guarda o sítio das três mais importantes pirâmides do Egito. Foi aí que apeamos da montaria, ali não havia guardas de vigia, só nas proximidades das três pirâmides.

Vi quando o senhor Araken, vou chamá-lo sempre de “o nosso guia”, pois foi assim que ele ultimamente se apresentou à nós, seja lá qual for o seu verdadeiro nome, abaixou-se perto da Grande Esfinge e, fazendo um rápido movimento com os pés e com as mãos moveu a areia que cobria a tampa de um pequeno alçapão que descia para um subterrâneo dando passagem apenas e tão somente a uma pessoa por vez. Ele fez o Cel Rolim descer primeiro, em seguida fui eu, bastante desconfiado, a seguir veio ele com uma enorme lanterna na mão, que mais parecia uma tocha emitindo luz de néon, clareando tudo.

ESTOU DE VOLTA

Ei amigos! estou de volta, quero pedir mil desculpas por ter ficado algum tempo sem novas postagens no meu Blog. Tive um pequeno incidente familiar que me deixou sem poder entrar nesta pagina para atualiza-la. Mas em fim tudo resolvido, vamos em frente porque são muitas as coisas que temos para apresentar neste espaço. Um abraço a todos e continuem divulgando meu Blog entre os amigos. (OMAGODADIALETICABLOGSPOT. COM.)

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

MEU LIVRO DA WEB

A PARTIDA


Dia 20 de novembro de 1987, terminei de ajeitar minha pequena bagagem, recebi ordem do Cel Rolim para deixá-la pronta pois a qualquer momento a viagem ocorreria sem mais avisos. Naqueles dias cheguei até mesmo a comentar com o chefe responsável pela repartição onde eu trabalhava, que precisaria me ausentar por um pequeno período, expliquei os motivos, ele riu muito, e mesmo não acreditando no meu propósito, afirmou: – “te libero de assinar a folha de ponto nos dias que forem necessários, mas eu quero, após o seu retorno, ver o passaporte registrando a sua viagem, do contrário você vai se dar muito mal”.

Naquela mesma noite, havia me deitado cedo, adormeci rápido, mas logo acordei com fortes pancadas na porta, ajeitei -me, abri a porta, era o Cel Rolim com uma pequena mochila de viagem na mão. Já tinha deduzido pelas batidas frenéticas na porta, que era meu velho mestre, pois ele sempre que chegava não apertava a campainha, batia insistentemente até que eu viesse atendê-lo. O que eu não esperava era a sua chegada à minha casa próximo da meia noite; - “Você está pronto?” Indagou. “Se está pegue sua bagagem e vamos, não temos mais tempo a perder, a viagem é longa”.

Não lembro de haver tomado banho ou trocado de roupa, estava um pouco sonolento. Daquele momento, apenas me recordo que peguei minha mochila que estava pronta num canto. Antes de sair, tive o impulso de olhar para trás, e vi sobre minha cantoneira o relógio que marcava vinte quatro horas, e o seu calendário que já começava remover a data do dia 20 de novembro de 1987.

Dei uma última olhada em direção ao leito e vi que minha roupa de cama, que estava desarrumada, formava um estranho volume, mas não dei importância para o fato. Tranquei a porta, sai para o corredor, mas meu velho mestre não estava esperando, ele era mais ansioso do que eu, e, certamente, já estava lá na rua. Tomei o elevador, passei pela portaria, o vigia dormia, acordei-o e perguntei: – “O senhor viu se o Cel Rolim passou por aqui?” O porteiro respondeu sem abrir os olhos nocauteados pelo sono: – “Vi sim, ele passou, e está entrando naquele veículo prateado estacionado ali na esquina”. Corri a tempo de ver com certa dificuldade, o meu mestre no meio de uma neblina densa entrando num veículo estacionado. Apressei-me. Assim que cheguei, a porta do auto se abriu, sentei-me ao lado dele cansado pela correria. O chofer cumprimentou-me sem olhar para trás, só dizendo duas palavras: - “estão prontos senhores, podemos ir?” – Sim afirmou o Coronel. Fui tomado por um sono profundo, não vi nem ouvi mais nada.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

NUMEROLOGIA

NUMERO TRÊS

O número 3 (Três) é a representação da trindade do universo. síntese, tese, e antítese, é o símbolo do pai, filho. e espírito. Na família representa o pai, mãe e o filho. Quem tem o número 3 (Três) no nome ou data de nascimento, tem na sua natureza de vida o poder de comando, um poder quase militar. Este número simboliza a força, o comando, e o poder de liderança, quase sempre decidindo as situações na vida com um forte espírito de pioneirismo.

VOZES DA ALMA - V . I (P 6) -

DIREITO À VIDA

No silencio da arena vazia,
A morena voltou para recordar.
A imagem do toureiro amado,
Que nem o tempo pode apagar.

O seu povo não a perdoava,
Pela morte do grande toureiro.
Julgavam-na única culpada,
Pela morte do matador aventureiro.

Olhando a arquibancada solitária,
De cada um daqueles assentos.
Ouvia gritos de olé,
Até nos ruídos do vento.

Não fosse um gesto romântico,
Atirando a ele uma flor.
Hoje não choraria a ausência,
Do seu eterno amor.

O luar brinca com as estrelas,
No tabuleiro azul xadrez.
Enquanto que a flor morena,
Tudo daria para vê-lo outra vez.

A madrugada desperta Madrí
Sonolenta e adormecida.
Vagando nas trevas há toureiros
Que já respeitam o direito à vida.



Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

NUMEROLOGIA

O NÚMERO DOIS

O número 2 (Dois), representa a dualidade existente no Universo. O número dois é o número da combatividade, da luta, da persistência, da liderança pelo convencimento através da argumentação, e da constestação. Quem tem este número na data do nascimento ou nome é dotado de um profundo espírito crítico. Observa os equívocos da natureza humana nos mínimos detalhes, é em razão deste espírito crítico muito criticado. Mas costuma se impor pela razão e quase sempre vai vitorioso dos embates em que se envolve.

MEU LIVRO NA WEB (Jesus O Mago da Dialética)

O mestre Rolim, finalmente, embarcou no início do mês de junho de 1987, deixando sua esposa Maria apreensiva com aquela viagem solitária. Ele já tinha idade bastante avançada para suportar tamanha aventura. Fiquei com remorso, não nego, mas torcia para que tudo terminasse bem. Liguei para Dona Maria cinco dias depois para saber se ele havia passado bem pelos Estados Unidos. Para minha surpresa, quem atendeu foi o mestre querido. Perguntei curioso; o senhor não conseguiu embarcar? Adiou a viagem? Ele com voz afônica, respondeu com certa dificuldade: - “Fui e já voltei. Não passei de Nova York, pois ao entrar no seu espaço aéreo, passei mal dentro do avião, senti como se uma mão invisível me impedisse de respirar, meu esôfago parecia bloqueado, e tão logo o avião pousou pedi que entrassem em contato com a minha parenta na cidade para que a mesma fosse até o aeroporto e me auxiliasse no reembarque ao Brasil. E aqui estou, meio sem voz, mas são e salvo, nunca mais vou duvidar de Sinda e nem ficarei longe de você que me parece um predestinado”.

Encontrava-me ainda mergulhado em minhas lembranças e, antes que eu retornasse ao estado natural de poder questioná-lo, o senhor Araken Natan, pediu-me um livro escrito pelo mestre Rolim intitulado; a “Decifração do Enigma de Deus”, e curvando-se rápido e respeitosamente num gesto de reverência, se retirou sumindo no corredor do prédio rumo ao elevador. Mais tarde procurei o Cel Rolim, narrando o ocorrido, ele falou cheio de espanto que também foi procurado pelo tal homem que buscava um exemplar do seu livro já esgotado nas livrarias e que comentou com o mesmo, ser eu o seu assessor e guardião de alguns exemplares, assim sendo, era a mim que ele deveria procurar .

Rolim, não conhecia o homem, e também não se lembrava de ter comentado com ele que se preparava para ir ao Egito mais uma vez, até porque sobre esta viagem ele queria manter segredo absoluto, pois iríamos nos ausentar por quinze dias e só sua esposa, a dona Maria, e seus três filhos seriam informados sobre nossa partida.

Eu morava sozinho e certamente não comentaria nem com minha namorada sobre a tal viagem, daria a ela um desculpa qualquer através de recado que seria transmitido pela esposa do mestre Rolim. Fiquei aguardando com serenidade, controlando a ansiedade, pois algo me dizia que aquela viagem não se concretizaria da forma como estávamos planejando, e eu queria dar plena liberdade ao mestre para desistir a qualquer momento sem nenhum tipo de constrangimento ou necessidade de se desculpar comigo, caso não fosse possível concretizá-la.









Jeida e Pequeno Leon; Trata-se de um pseudônimo atribuído ao Cel. Rolím de Moura e a mim Leonel Diniz, por Sinda, o mais destacado orientador espiritual do grupo de estudo para-científico, A Ong Projeto Teocósmico.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

VOZES DA ALMA . V - I (P. 5)


FLORES DO ASTRAL

Vou caminhando por este jardim,
Que é a maravilha do universo.
Cada vegetal simboliza um poema,
Em cada rosa lê-se um verso.

O orvalho que cai nas folhagens,
Emitem notas musicais.
Deixando maravilhado o ser,
Que respeita as leis naturais.

Ex toureiros e outros espíritos,
Visitam o parque diariamente.
O que aqui se vê na verdade,
É um repouso para mente.

Na verdade é necessário,
Um alto grau de espiritualização.
Para estar em harmonia,
Com a paz desta Legião.

Cada espécie de flor orvalhada,
Emite uma música diferente.
É um forte lenitivo,
Sensibiliza o espírito presente.

Por todo lado do Parque,
A pessoas passeando.
Há casais de braços entrelaçados,
Ao sabor do luar conversando.

Estou sentado sobre a raiz,
De uma árvore frondosa.
Pedindo ao criador que conserve,
Esta paisagem maravilhosa.






Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

CANTINHO DA UFOLOGIA

Você acredita em Ufos? Não? Pois bem então você precisa saber que no Brasil há pessoas muito séria e de notória reputação nos meios academicos, científicos e militares que dedicaram sua vida nos estudos de casuisticas, escreveram tratados, livros, deram palestras e participaram de conferências no Brasil e no exterior a respeito do tema objetos voadores não identificados.
Duas grandes figuras a serem destacadas são o General Moacyr Uchôa, e o professor e doutor pela USP de São Paulo, Flávio Pereira. Quem tem interesse ou dúvidas sobre os contatos com os tais Ufos, não pode deixar de ler as obras deste mestres no assunto.

Quero destacar também que o Brasil é um dos poucos países do mundo em que há uma revista especializada, cujo lançamento é mensal e que além de trazer tudo sobre a casuística ufológica, dá ao leitor a oportunidade de obter livros e filmes sobre os acontecimentos mais importante aqui e no exterior a respeito de avistamentos, pouso e quedas de naves. A revista Ufo encontrada em qualquer banca de jornal da sua cidade e o seu responsável é um grupo de abnegados pesquisadores liderados por Claudeir Covo, e Marco A Petit.

NUMEROLOGIA

O número 1 (Hum) é o pioneiro da Cabala. Ele representa a unicidade do Universo. Também representa o poder Divino. É a própria imagem de Deus plasmada na numerologia. Ele compõe todos os números ordinais e cardinais. Ele é o começo, o fim e o meio de tudo. Por ter caracteristica Divina, ele é onipresente, oniciente e onipotente. Ele se encontra em tudo o que você puder contabilizar no Universo. Quem está sob sua proteção quer pelas letras do seu nome ou data de nascimento é uma criatura muito especial.
Na próxima coluna falaremos sobre o número 2 ( Dois ) e o seu significado na vida da pessoa. Quando chegarmos ao número 9 ( Nove) vamos aprender a fazer os cálculos de todos os números e a sua representatividade ou influência no nosso dia a dia.

MEU LIVRO NA WEB

AS DUAS TESTEMUNHAS

Eu sei que não havia conseguido deixar claro na mente do Cel. Rolim quem eram as duas Testemunhas ou duas Oliveiras da visão do João o Exilado de Pátmos. Talvez Rolim tenha entendido que quando eu falava das duas personagens, estivesse me referindo a nós dois. Foi por isso que ele usou o termo: “seria muita pretensão da nossa parte querermos representar esse papel”. Na realidade eu só tentava demonstrar que poderíamos estar inadvertidamente e sem nenhum preparo após dois mil anos enfrentando as mesmas forças que eliminaram dois dos mais importante prepostos de Deus e que por méritos foram laureados na visão de João do Apocalipse como sendo seus dois Castiçais, duas Oliveiras e Luz do Mundo. Porque João o Batista e Jesus de Nazaré, tiveram que suportar tamanho martírio se suas mensagens eram pérolas para os corações humildes? Passei anos buscando a resposta, até que finalmente a encontrei no Livro do Apocalipse de João, e a resposta estava assinalada ali no capítulo 11: versículo 3.

Sodoma e Egito! “Era nisto que Jerusalém havia simbolicamente se transformado, antes e após o martírio dos dois mensageiros do amor, no modelo de comunidades preocupadas com rituais religiosos, e adoração de homens que faziam da política e do clero o seu meio de sobrevivência. Ali a vida humana e animal não tinham qualquer valor, o peso do ouro era o mais relevante”. Matheus 23: 37 a 38. E Jesus terminou dizendo: - “Jerusalém, Jerusalém! Você mata os profetas e apedreja os mensageiros que Deus lhes manda! Quantas vezes eu quis abraçar todo seu povo, assim como a galinha ajunta todos os seus pintinhos debaixo das asas”.

João o Batista e seu primo, Jesus de Nazaré foram vítimas da crueldade dos homens que representavam o lado maléfico dos três poderes denunciados no Livro do Apocalipse. É importante salientar que, principalmente no processo que determinou a morte de Jesus, os três poderes estiveram presentes. O poder religioso se fez representar nas pessoas de Caifás e Anaás, que eram os sacerdotes do templo. O poder financeiro se manifestou na figura do rei Herodes. O poder militar se apresentou na autoridade de Pôncio Pilatos. Esta visão de João o exilado de Pátmos é uma das muitas que tem caráter retroativo, e que precisa ser garimpada entre àquelas que dizem respeito ao futuro da espécie humana.

VOZES DA ALMA V I. ( P 4 )



REGRESSO

Vou bailando a sopro do vento,
Rumo a mundo que já me espera.
Sou recebido com flores,
Legítimas filhas da primavera.

Na estação da nova esfera,
Não há morte tudo é vida.
Se eles soubessem não chorariam,
Minha prematura partida.

Ex toureiros e meus antepassados,
Sorridentes, vem me receber.
Mesmo estando no Paraíso,
Os amigos de Arena não vou esquecer.

Os pássaros vão gorjeando,
A melodia da liberdade.
Sinto um nó na garganta,
Do planeta Terra tenho saudades.

Sacio a sede da longa viagem,
Num regato de águas serenas.
Como é imensa a bondade Divina,
Para com uma existência tão pequena.

O belo lírio nos verdes campos,
Beija a rosa querida.
Respiro a pura natureza,
Fonte da luz e da vida.




Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 .
Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

VOZES DA ALMA - V.I - ( P.3)


FLÔR DE MADRÍ

Meu povo triste chorava,
Pela forma como eu partia.
Aos pés de el touro robusto,
O corpo de el toureiro jazia.

Sentindo a dor da ferida,
Entre a multidão eu a procurava.
Mas o tumulto era imenso,
Por isso eu não a encontrava.

Quando ouvi seu triste pranto,
Para o solo da arena olhei.
Debruçada sobre meu corpo,
Estava a jovem que sempre amei.

Senti que lágrimas ardentes,
Cobriam seu rosto agora.
Chorava a bela morena,
Por el toureiro que ia embora.

Faltava realmente bem pouco,
E nós estaríamos para sempre unidos.
Mas agora ficou na saudade,
A rubra capa e um corpo caído.

O sangue do grande toureiro,
Vem banhar o fim da tarde.
O esplendor do sol nas nuvens,
É como chamas que arde.

De luto está flor de Madrí,
O luar brilha na arena escura
Não nascerá um outro toureiro,
Capaz de erguer a espada tua.




Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.Autoria: Leon Diniz.Reg. de Direitos Autorais nº 322.435 Livro 590.Folha: 95 . Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Cont. Livro na Web.

PRÓLOGO “CRUZ CÓSMICA”

Quando na noite de dezembro de 2002 vi pela televisão os mísseis israelenses iluminarem o céu de Belém, próximo da Igreja da Natividade, local onde pela tradição cristã, e relato de historiadores, está a gruta onde nasceu Jesus de Nazaré, o príncipe da paz. Senti como se estivesse despertando de um sono milenar para ser testemunha de um acontecimento que sinalizava um presságio obscuro e bastante doloroso para a história da humanidade.

De um lado as tropas do general Ariel Sharon, Primeiro Ministro de Israel sitiando o templo símbolo do catolicismo, cujo líder universal era o Papa João Paulo II, que por seu adiantado estado de enfermidade já tinha a sua autoridade e poder de decisão colocados em dúvida até por fontes do Vaticano. Do outro lado, buscando refúgio no templo, achavam-se simpatizantes do grupo armado Hamas, com a alegação de defender a implantação do Estado Palestino na região e contra a criação de novas colônias judaicas em territórios palestinos hoje ocupados por Israel.

Minha atenção, todavia, retrocedeu para o ano de l999, pois foi em agosto deste ano cabalístico que o mundo viu se formar no firmamento um alinhamento planetário que produziu o último eclipse do século, ocorrido no dia 11.08.99, que teve início no nordeste da América do Norte para terminar na Ásia, no Golfo de Bengala, e após isso, neste mesmo ano, quase todas as regiões cobertas pela sombra deste fenômeno sofreram, terremotos, tufões e maremotos seguidos de violentas inundações das áreas costeiras, como nunca se viu antes. Com este eclipse, completou-se uma configuração planetária entre Marte, Saturno, Urano, Sol, Lua e a Terra, formando uma grande Cruz Cósmica no firmamento. Esperado há séculos, este evento já havia sido anunciado em inúmeras profecias antigas e também contemporâneas.

Tudo isso ocorria exatamente no momento em que eu desenvolvia pesquisa para-científica das obras de vários profetas da história da humanidade, e seus reflexos no mundo contemporâneo. Meu trabalho seguia monitorado por mentores oriundos da Pátria Cósmica, dando continuidade aos estudos iniciados, numa fantástica viagem de expedição realizada por mim e pelo Cel Rolim, por terras do Egito e de Israel, em novembro de 1987.

Por uma destas ironias do destino, naqueles dias eu estava buscando decifrar o capítulo do Apocalipse 9: 13 a 16 – 18: 1 a 24 e Ezequiel 38: 1 a 39: 15. Estes capítulos estavam sugerindo que um ataque seria desfechado pelos chamados anjos do Eufrates a uma Grande Cidade do Ocidente e que Nostradamus oportunamente chamava de a “Grande Cidade Nova”, ou seja Nova York. Segundo ele o mundo assistiria um largo período de combate das tropas militares do Hemisfério Norte, comandados por Gog o Anticristo, contra nações do Oriente. E, pela crueldade destes combates, a humanidade estaria presenciando a batalha do Armagedon. Veja a seguir a descrição do texto bíblico de onde retirei a referida informação; Apocalipse, 9 : 13 a 16, E o sexto anjo tocou a sexta trombeta, e uma voz dizia ao sexto anjo. – “Solta os quatro anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates”. E foram soltos os quatros anjos, que estavam preparados para a hora, dia mês, e ano a fim de matarem a terça parte dos homens. E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; eu ouvi o número deles.
Os quatros anjos são uma figura de linguagem, pois estão representando as quatro nações do Oriente Médio, de onde saíram para atacar as torres gêmeas. Os anjos do Oriente estavam desfilando diante dos olhos metafísicos de João o Evangelista no ano 70 da era cristã, ou seja a Arábia Saudita, o Egito, a Turquia e o Afeganistão. Eles se preparavam em campos de treinamentos no Afeganistão de onde partiriam atravessando metafisicamente o rio Eufrates para atacar símbolo do Ocidente em Nova York, que é o Centro do Poder Financeiro.

De acordo com a profecia de GOG e MAGOG, descrita por Ezequiel e João do Apocalipse, uma retaliação dos Estados Unidos em terras do Oriente Médio deverá trazer muito dissabor ao governo GOG, da terra de MAGOG e a todos os povos que virá consigo das bandas do norte para atacar o Oriente Médio; Ezequiel 38: 1 a 39:15. Apocalipse 20: 7.
Cada anjo, portanto, representa um povo, ou parte desse povo, cuja nação fala a língua árabe, e abriga também grupos extremistas ou fundamentalistas, capazes de praticar atos de terror usando para isso, em inúmeras ocasiões, o próprio corpo, dando a vida, em prol de uma causa que eles entendem ser um ato de libertação de um povo oprimido contra o poder daqueles que chamam de invasores imperialistas, e opressores. Não podemos esquecer que da Turquia saiu Ali Hacca, o turco muçulmano que praticou o atentado contra o Papa, um símbolo do poder religioso do Ocidente. A verdade é que nunca foi tornado público se ele agiu sozinho ou a mando de uma organização terrorista.
A rede Al Qaeda, organização terrorista da qual o saudita Osama Bin laden é o seu símbolo e mantenedor, tem um líder de grande expressão que é o médico egípcio Dr. Ayman Al- Zawahri, cujo poder de aglutinar e articular seus agentes do terror tem deixado de cabelos em pé os governos do Ocidente. Ele não pode ser subestimado, ainda que Bin Laden morra, a organização terrorista vai continuar crescendo e assombrando o mundo. Não há especificamente uma nação contra a qual se possa desencadear uma guerra oficial em virtude de que a rede Al Qaeda não possui um Estado oficial com uma Constituição que de bases à prática de ações terroristas pelo mundo. Sabe-se que mantenedores do terror, e homens bombas, suicidas ressentidos contra o imperialismo e intervencionista do Ocidente nunca faltarão seja no Oriente, na Ásia ou em qualquer outro continente.

Toda esta narrativa, ganhará suprema importância quando chegarmos ao fim da viagem insólita, que junto com os leitores me proponho fazer, até descobrirmos no momento do desembarque na última estação, que o trem do destino humano não precisaria necessariamente percorrer trilhos que conduzam a túneis de tempos obscuros e tenebrosos por muitos séculos até que uma nova cruz cósmica luminosa reapareça para indicar à humanidade qual é o portal do caminho da verdade e da vida.


A VIAGEM

Foi exatamente a formação da cruz cósmica no céu, após o alinhamento dos planetas do nosso sistema solar em Agosto de 1.999, que fez despertar em mim a lembrança do distante ano de 1987, quando fui procurado em casa pelo meu eminente mestre e historiador Cel. Plínio Rolím de Moura, convidando-me para empreendermos uma viagem ao Egito, dizia ele: - “Leon, logo vou embora da Terra e não gostaria de partir sem antes consagrá-lo como meu primeiro e mais importante pupilo na Câmara do Rei na Pirâmide Cósmica de Gisé, também conhecida por Quéops. - Espero que esteja pronto, viajaremos nos próximos dias, a viagem será longa e iremos também a Israel, faremos uma parada em Belém, na gruta onde nasceu Jesus, ela está localizada na parte inferior do piso da Igreja da Natividade”.

Fiquei, entusiasmado, meu velho mestre já conhecia bem o Egito, estivera lá duas vezes, agora eu iria com ele. Dias depois bate à minha porta um senhor, trajando um terno claro, um longo casaco, e um chapéu de abas largas a lhe cobrir a cabeça, sombreando-lhe o rosto. Ele me parecia muito magro, mas o que me chamou a atenção foi sua estatura, entre l.90 a 2 metros de altura. – “Meu nome é Natan, Araken Natan Osires da Luz”, foi assim se apresentando e me pedindo permissão para entrar, não quis sentar-se e foi dizendo: - Vou com vocês para o Egito. O Rolim já me convidou, conheço bem o Oriente Médio, serei uma espécie de guia nesta viagem”. Naquele instante me deu um branco, pois o homem dizia que seria um guia da nossa aventura e ao ouvi-lo, nem lembrava que o mestre Rolim não precisava de guia, pois já havia ido ao Egito e a Israel por duas vezes e na terceira vez que tentou ir me levando consigo, aconteceu o inusitado que descrevo a seguir.

O Cel. Rolim faria antes uma escala em New York onde se encontraria com uma pessoa de sua família que se encontrava nos Estados Unidos. Nesta noite, porém, ele sonhou que durante a viagem fomos atacados por forças invisíveis oriundas do mundo extrafísico, razão pela qual, dias depois, contatando o Sinda * (seu orientador espiritual), o velho Rolim pede a decifração do sonho: - “Amigo querido”, disse Sinda, - busque ajuda do Pequeno Leon para decifrá-lo antes que você parta rumo ao Covil da Besta* (New York). “Cuide se bem amigo”.

Como se vê, fui encarregado da decifração, passei dias buscando a resposta, até que finalmente fui intuído por Sinda a buscar a resposta no Livro do Apocalipse de João, e a resposta estava encravada ali no capítulo 11: versículo 3.

“Eu darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, (três anos e meio), vestidas de saco (O saco que é feito de estopa, representa humildade, o desapego)”....e segue a profecia dizendo. - “Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da Terra. E quando acabarem o seu testemunho a Besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará. E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma (New York?) e Egito”.

O versículo identificador da Besta do Apocalipse no livro de João o exilado da ilha de Pátmos, é o 13:18, enquanto aquele que relaciona a Besta com o assassinato de humanista, de pacifistas, de criaturas possuidoras de espírito libertário, assim como de pessoas humildes e desarmadas, é o 18:24. Como se vê, esses números lembram as dimensões universais dos padrões fotográficos, sugerindo que é a fotografia apocalíptica da Besta, se usarmos seus valores, armaremos uma equação assim: (13 X 18) + (18 X 24) =666. Isto representa o mesmo que a operação (6 + 6 + 6 = 18). Portanto o dezoito que é a soma do seis, mais seis, mais seis, é também um número apocalíptico. Estudando a cabala nos cursos ministrados pelo Cel. Plínio Rolim de Moura, aprendi que a sigla do nome dos Estados Unidos é, na língua latina, o grupo literal (EUA) que segundo a cabala hebraica, vale exatamente: E = 104 + U = 120 + A = 100, cuja soma dá 324. A raiz quadrada de 324 é como se pode ver, o número 18. Este número, portanto, é o número cabalístico dos Estados Unidos da América.

Lembrei-me ainda que estava lá no livro de Isaias 19:19. “Naquele tempo o senhor terá um altar no meio da Terra do Egito, e um monumento se erigirá ao Senhor, na sua fronteira (Pirâmide Cósmica de Quéops em Gisé?). E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito”.

De posse dessas informações procurei meu mestre e o adverti do perigo de se fazer tal viagem no momento em que Reagan o homem do nº 666, (Confira-se a quantidade de letras do seu nome) RONALD = 6 WILSON = 6 REAGAN = 6, e seu vice, G e o r g Bush (pai), se encontravam na presidência dos Estados Unidos, e no auge do poder. Ele me parabenizou pela pesquisa, porém descartou a possibilidade de não viajar dizendo: - “Seria muita pretensão acreditar que nós criaturas tão insignificantes, teríamos alguma importância a ponto de sermos dignos de receber tamanha incumbência da Consciência Cósmica “Deus”, e ainda de quebra receber uma citação no livro dos livros”. Diante de uma platéia de quase duzentas pessoas no auditório Maria Ribeiro de Moura, no edifício Mirante do Vale, localizado no Anhangabaú, pedi a ele permissão para não acompanhá-lo na viagem, e ficar ministrando as palestras em seu lugar. Na verdade, eu estava amedrontado com a descoberta que fiz. Poderia ser tudo um jogo de coincidências, mas, e se fosse realidade? Eu podia ter algumas virtudes, menos a coragem do meu velho mestre Rolim.

Sinda, o orientador espiritual do Cel. Rolim.
New York= E.U.A= 18 ou 3 x 6. ou ainda 6.6.6

VOZES DA ALMA - V. I ( P.2)

TOUREIRO DE MADRÍ

Eu era o rei das arenas,
Nas touradas de Madrí.
No final das tardes ensolarada,
Você vinha me aplaudir.

Bela morena madrilenha,
Se o toureiro esta luta vencer.
Abandonará para sempre as arenas,
E viverá só para você.

El touro e el toureiro,
Inimigos de grande porte.
Você sabia que tombaria,
Dos dois o menos forte.

Os rivais se defrontam,
Preparando as investidas.
E eu olhava para você,
Eterna Deusa da minha vida.

Atirastes uma bela rosa,
Curvei-me cheio de emoção.
Neste instante el touro investe,
Um filete de sangue emana do coração.

EL toureiro cai ao solo,
Na hora da ave Maria.
Em último suspiro promete-lhe,
Encontra-la no além um dia.


Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435 Livro 590.
Folha: 95 . Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

NUMEROLOGIA

NUMEROLOGIA


Foi do filósofo grego chamado pelos historiadores de pai da matemática, Pitágoras a afirmação que o universo era feito de números inteiros e que os números não mentem jamais. A partir da observação da Pirâmide Cósmica do Egito, ele concluiu que este monumento de pedra, trás inúmeras informações sobre a geometria, a matemática e a astronomia. Segundo ele os números de 1 a 9, estão inseridos na estrutura da Grande Pirâmide, e exemplifica:

O número 1 (hum) é a representação do eixo central imaginário da pirâmide, também conhecida como viga mestra, ou eixo de Deus.

O número 2 (dois) é a representação das duas retas diagonais que cruzam a base quadrada da pirâmide.

O número 3 (três) é a representação dos três ângulos de cada face da pirâmide.

O número 4 (quatro) é a representação das quatro retas que formam o quadrado da base da pirâmide.

O número 5 (cinco) é a representação dos quatro triângulos que formam as faces da pirâmide, mais o quadrado da base.

O número 6 (seis) é a representação dos 6 milhões de toneladas que é o peso aproximado do total de pedras usados para construção da Grande Pirâmide.

O número 7 (sete) é a representação do ponto geodésico do globo onde foi erguida a Grande Pirâmide, isto é, 30 graus latitude Norte, 31 graus longitude Oriental, dividindo o nosso planeta em porções iguais de terras a Leste e a Oeste desta pirâmide, (3 +0+3+1=7).

O número 8 (oito) é a representação das 4 linhas retas que formam as quatro faces da pirâmide, juntamente com as quatros linhas que formam o quadrado da base da pirâmide.

O número 9 (nove) é a representação da materialização de tudo o que existe no universo, ou seja, está simbolizada no eixo central da pirâmide, mais as quatro linhas da base, juntamente com as quatro linhas que formam as faces deste monumento de pedra.

E, assim iniciamos o estudo da numerologia no qual avançaremos dias após dias, fazendo considerações a respeito do valor individual de cada número e também do seu somarítimo, até chegarmos à análise das datas de nascimento e representação das letras dos nomes dos indivíduos estudados pela Cabala numerológica.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

MEU LIVRO NA WEB

JESUS

O

MAGO DA DIALÉTICA



BUSCOU REFORMAR O HOMEM PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE, DESPERTANDO O PARA SUA ORIGEM DIVINA COM APENAS UM PENSAMENTO; - “CONHECEIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”.



COM ELE APRENDI QUE A MELHOR TÉCNICA DE AUTO-AJUDA ESTÁ NA CERTEZA DE QUE QUANDO O HOMEM SE REFORMA DESPERTANDO O ESPÍRITO DA COMPAIXÃO, O MUNDO SE TRANSFORMA.

LEON DINIZ



DEDICATÓRIA


A DEUS, SUPREMA CONSCIÊNCIA CÓSMICA QUE SE MANIFESTA HARMONIOZAMENTE NA MAGIA DO UNIVERSO ATRAVÉS DAS LEIS KARMICAS E CÓSMICAS



A todos os prepostos da Consciência Cósmica que foram colocados no meu caminho, para me auxiliarem na jornada da vida.

Com eterna gratidão aos meus mestres e inspiradores
Hyppolite Leon Denizard Rivail
Léon Denis
Amenófis IV ( Faraó Akenaton)
Rámoises

Em especial à minha Mãe Izabel Diniz.
Minha mestra Marina Ribeiro.
Minha protetora Maria Ribeiro R. de Moura.
Minha esposa Cândida do Nascimento.
Minha filha Liliane Cássia R. Santos.
Minha irmã Lílian Aparecida Chamizo.



UM PERFIL DO AUTOR


Conheço o doutor Leon há muito tempo, compartilhamos a nossa infância em um período em que o mundo desconhecia as agruras da violência urbana. Naquela época, a São Paulo da garoa com seus bondes e lampiões a gás, há muito já havia ficado para trás. Mas a nossa meninice ainda era serena. A cidade, assim como o bairro onde morávamos, ainda respirava ares de tranqüilidade, e, ao cair da tarde a natureza, parecia se despedir do dia, indo adormecer antes que nas casas as primeiras luzes fossem acesas, iluminando a vida e a alma de cada doce lar.

Enquanto eu dava aulas para minhas bonecas ensinando o “b”, “a”, “ba”, que ha pouco eu aprendera na minha escolinha querida, ele, ativo como poucos meninos da sua idade, já buscava alguma forma de ganhar algum dinheiro com o suor do seu rosto, e, para atingir seu objetivo, vendia revistas velhas na feira; outras vezes era limão. Ele nunca parava, estava sempre irrequieto, buscando algo para fazer.

O menino engraxate que eu via crescer, já sonhava alto, sentado em sua caixa de engraxar, entre a limpeza de um sapato e outro, repetia aos seus fregueses acostumados a suas prosas, – Eu ainda serei um jornalista.

Parecia um sonho distante. Estaria ele sonhando acordado? No se caso a vida demonstrou que o sonho acordado era uma forma de mantê-lo vivo diante de tantas adversidades que ainda teria que superar, pois quem sonha com aquilo que ama e ama aquilo que sonha é mais que um sonhador: e será com certeza um grande realizador.

E foi seguindo as pegadas do seu sonho que um dia, ao terminar o curso Colegial, viu-se na eminência de ter que escolher uma Faculdade. E foi quase sem nenhum recurso financeiro que ele tomou a decisão de sua vida: foi prestar vestibular para ingressar na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Mogi das Cruzes.

No lugar da escova de sapatos e da lata de graxa, Leon, ostentava nas mãos o seu diploma de Jornalista. Assim, a sua caneta agora era a definitiva ferramenta de trabalho. Muitos outros diplomas vieram, daria para encher uma parede. Nesta época encontrou, no gênio e historiador Coronel Plínio Rolim de Moura, o grande estímulo que precisava, pois ambos passaram a ministrar palestras e conferências sobre as Profecias de Nostradamus, numerologia, egiptologia, pirâmidologia, ufologia, decifrações de enigmas e simbologia. Escreveram livros em parceria, entre os quais se destacam as obras “Nostradamus o Apocalipse e o ano 2000”, “O Oriente Muçulmano invadirá o Ocidente Cristão”. Este último foi uma autêntica antecipação do que seria o ataque de 11 de Setembro de 2001aos Estados Unidos da América do Norte. Porém, de Jornalista ele passou a ser entrevistado por jornais, rádios, revistas e televisão. Foi nesta época que ele passou a perseguir um outro sonho: queria ser advogado.
Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade São Judas, em cinco anos estava formado conquistando a cobiçada Carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Enquanto prosseguia escrevendo para jornais e participando de programas de rádio e televisão para não esquecer a vocação de jornalista, começou advogar. Como não poderia deixar os livros de lado, escreveu os projetos de livros “Novíssima Revelação”, “O Grande Meggido”, “Vozes da Alma”, “Brumas do Tempo”, e por ultimo “O Mago da Dialética”.


E é exatamente no livro “O Mago da Dialética”, que o Dr. Leon deposita toda a sua energia e expectativa, pois o menino engraxate, jornalista, advogado e escritor continua sonhando, que só “O Mago da Dialética”, é capaz de despertar o grande mestre que há no interior de cada criatura, resgatando-a para a sua real origem Divina.

PROFESSORA CECILIA SOARES




INDICE

Prefácio..........................................................7
Apresentação.................................................8
Introdução......................................................9
Prólogo “A cruz Cósmica”............................11
A viagem......................................................14
As duas testemunhas..................................16
A partida......................................................18
A Grande Pirâmide......................................19
A Câmara de Prata......................................21
Não matarás................................................22
Provas da reencarnação.............................24
O mago da dialética....................................26
A morte do homem divino...........................32
Meditação o buril da alma...........................34
Água viva....................................................39
Estamos todos mortos................................40
Os três símbolos.........................................42
A tentação do Cristo...................................45
Saída do Egito............................................47
Enooc o viajante das estrelas....................48
Satanael o Lúcifer Cósmico.......................51
A virtualidade deste mundo.......................54
Miguel combate Satanael.........................56
Emanuel a luz nas trevas.........................60
A hora do espírito liberto...........................61
O retorno...................................................63
O grito de alerta........................................66




PREFÁCIO


O Mago da Dialética é uma iniciação aos mistérios guardados no Egito Antigo, fazendo-nos contemplar em linguagem moderna as profecias escritas em pedra na Grande Pirâmide. Leon Diniz viaja por entre paradigmas com lógica e responsabilidade, coragem e determinação, conduzindo o leitor a desafiar os limites científicos religiosos.


A história e seus fatos correlatos, são aqui transcritos com audácia de profundo conhecedor de uma Teoria e Teologia Cósmica versátil e elucidativa. O que lhe permitirá viajar por novos horizontes sem nenhum mistério.


O Mago da Dialética é uma proposta de auto-ajuda direcionada não para a matéria, mas sim para a alma. É arrojado por buscar ser um semeador de pérolas nos corações ávidos por saber. Embarque nesta viagem e desvende suas nuances.


MARCOS FLORE ANTUNES.



INTRODUÇÃO


Os fatos não podem vir separados da ficção e nem o homem do mito. Para falar a respeito do Mago da Dialética, tive que me investir de uma disciplina que sei nunca ter possuído. Não é fácil ter que abordar assuntos tão delicados e verdadeiros tabus como a questão da gênese humana e também abordar detalhes sobre as existências de sublimes luminares da história da humanidade como Jesus de Nazaré, Moisés, Akenaton e tantos outros, sem que a sensibilidade ou a crença do leitor seja tocada, ainda que de leve, como uma pluma que parecia estática no alto do penhasco da vida, e, ao toque mágico do vento, passe a voar bailando sobre campos até então desconhecidos.

Tive que aceitar as inspirações vindas do outro lado do rio da vida com muita humildade e determinação. É por esta razão que convido o leitor a embarcar nesta viagem sem carregar na sua bagagem qualquer preconceito ou idéias fixas a respeito do que já tenha aprendido com os velhos dogmas. Faça como o discípulo Tomé, que quis ver para crer. Venha ler para crer... a verdade está neste livro esperando-lhe de braços abertos como há dois mil anos.

Tanto a figura eterna do Messias de Nazaré como a do sublime legislador Moisés, o príncipe do Egito, não deveriam sair em momento algum da memória e do cotidiano da humanidade. E não faço aqui qualquer sugestão de caráter religioso, pois me incluo entre aqueles que entendem que a fé e a razão estão há anos luz distante de qualquer dogma religioso, que ainda não entenderam que fora da caridade e da compaixão não há solução para a redenção da humanidade. Reconheço respeitosamente a existência de criaturas que necessitam do estimulo de algum tipo de dogma religioso criado pelo homem para ter despertado em si a fé que é um atributo absoluto da alma.

Mas o homem que já atingiu um elevado nível de consciência espiritual, identifica o valor didático e dialético nas mensagens deixadas pelos dois mais significativos “M” da vida planetária, Moisés e o Messias. Começa perceber também que todos os habitantes deste planeta, receberam um terceiro pilar profético, um livro de pedra milenar que já superou terremotos, dilúvios, enfim, todas as adversidades do tempo, tenha ainda assim, permanecido hermeticamente fechado, até que o homem moderno tivesse maturidade para lê-lo sem desvios de traduções ou interpretações como acontece com a maioria dos escritos seculares que vão sendo reescritos para servirem a determinados propósitos que não cabem serem observados neste momento. Estou me referindo a Grande Pirâmide de Gisé, cuja construção revela um fantástico arcabouço de informações sobre a cosmogonia universal, a geometria, a matemática, a história da humanidade e as revelações das mais assombrosas profecias.

A egrégora do território Egípcio é tão importante que, além, de ser a única nação do planeta que tem nas linhas limítrofes o formato de uma pirâmide enterrada na areia, foi também o local escolhido pela providência divina para que Moisés fosse criado e educado por uma princesa egípcia, recebendo assim todos os ensinamentos místicos e iniciáticos que um Sumo Sacerdote da corte deveria ter, a ponto de transformá-lo no portentoso instrumento divino capaz de deixar claro para toda a humanidade, através dos seus feitos extraordinários, a íntima ligação existente entre a Consciência Cósmica Divina e toda a humanidade.

E para que fique bem delineada a importância da terra dos faraós neste contexto divino, foi ali que o Messias viveu os seus primeiros anos de vida enquanto seus pais carnais fugiam e se ocultavam da fúria do rei Herodes, que já mandava matar crianças com o intuito de eliminar o salvador dos homens. E não é sem razão que numa vista panorâmica do interior da Grande Pirâmide, é possível verificar através de cálculos astronômicos que o corredor descendente da porta de entrada apontava no ano 2144 A. C, para a estrela Polar do Norte, a Alfa da Constelação do Dragão, sua luz projetando corredor abaixo termina numa Câmara subterrânea abaixo do piso da Pirâmide numa demonstração inequívoca do declínio moral e espiritual da humanidade.

Entretanto, há um caminho alternativo para o soerguimento do homem, eis que os mesmos cálculos informam que à meia noite de 22 de setembro do ano de 2144 a.C. as linhas traçadas do chão, seguindo pelo centro de cada parede, indo para o cume da Pirâmide em direção ao céu, apontavam, para a bela estrela Alcione, na constelação das Plêiades, formada por um grupo de sete estrelas sinalizando a origem divina da humanidade.

A elevação do homem que decaiu, passa por um estreito caminho ascendente que vem do fosso ou Câmara subterrânea e vai dar em uma pequena Câmara denominada “gruta”, cujo nome faz lembrar aquela de Belém onde nasceu a luz da humanidade. Prosseguindo neste caminho ascendente, depara-se com o ponto que forma a encruzilhada entre o fim deste caminho messiânico com a morte do Mestre da Galiléia, e o corredor ascendente, para aquele que vem de fora da Pirâmide, pela entrada principal a caminho da Câmara do Rei. Na Câmara do Rei ressuscitado, encontra se um sarcófago horizontal de pedra vazio, sem vestígio do morto, a exemplo do que ocorreu no terceiro dia após a crucificação e morte de Jesus.

Toda esta narrativa tem o escopo de demonstrar que a vinda do Mago da Dialética ao planeta Terra, foi parte de um roteiro previamente traçado por uma consciência superior do mundo invisível, e que o Messias tanto quanto Moises, não vieram a este mundo para servir exclusivamente de ícones para egípcios e judeus. Suas sagas bem demonstram que tratavam - se de dois pilares, patrimônios da humanidade.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

VOZES DA ALMA - V. I (P 1)


POEMAS QUE NASCEM NO CÉU

As mensagens dos meus poemas,
São flores que nascem no astral.
Cultivado com amor e carinho,
Por um anjo Celestial.

Eu sou a boa ferramenta,
Instrumento da vossa paz.
Para que cultive as sementes,
Das poesias que agora me traz.

Não quero nada de graça,
Da natureza Divina.
Pois na labuta aprenderei,
As lições que a vida me ensina.

Venha à mim belas inspirações,
Bailando ao vento como um véu
Sou humilde antena receptora,
Dos amigos que estão no céu.

Não sei porque fui escolhido,
Para trazer tais mensagens.
Mas sinto que ao escrever,
Do céu revelo a imagem.

Meu cérebro dá vida as paisagens,
Que vislumbro com os olhos da alma.
Enquanto a vida na Terra é dor,
Meu Paraíso é eterna calma.

Na época da grande semeadura,
A Boa Nova eu vou plantando com primor.
Sou o próprio lirismo encarnado,
Uma voz na brisa, carregada de amor.

Nas árvores milagrosas da caridade,
Amarrei minha rede de poemas.
Tudo o que a magia destas mãos escrevem,
Vem de outras esferas e sistemas.

É hora de olhar no calendário,
E agradecer as potências astrais.
Pois minhas letras de sementes tenras,
Já despontam como rosas celestiais.



Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.
Reg. de Direitos Autorais nº 322.435 Livro 590.
Folha: 95 . Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

O UNIVERSO E OS NÚMEROS


O Universo é feito de números, os números não mentem jamais. Foi assim que o filósofo grego Pitágoras se referiu ao perceber a correlação que existe entre os números e tudo aquilo que podemos contabilizar como elementos existentes no mundo. Ele teve esta inspiração após visitar a grande Pirâmide do Egito que ele interpretou como sendo um monumental livro de pedra.
Todos os algarismos de 1 a 9 e outras informações que são de tirar o sono, estão lá há milhares de anos esperando pela nossa curiosidade e vontade de conhecer. Assim iremos todos os dias viajar um pouco nesta aventura cheia de mistério. Até breve.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

MEU OBJETIVO:

Com a criação deste Blog que será atualizado semanalmente, meu objetivo é fazer com meus amigos e leitores uma interação sobre o meu livro, Jesus o Mago da Dialética, assim como enfocar assuntos como a Numerologia Cabalistica, Simbologia, Ufologia, Profecias de Nostradamus e outros videntes, e Piramidologia.



Sirvo-me desta oportunidade para agradecer ao meu grande amigo e irmão, o radialista Raul Jafet, apresentador do programa Quebrando a Banca, que eu muito recomendo a todos, e que é exibido as quartas feiras as 22:30 horas na TV Aberta. Foi ele o grande incentivador para que eu me utilizasse desta ferramenta da Web para estar diariamente mais perto dos meus amigos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

XX BIENAL DO LIVRO 2008

Convido aos meus amigos e leitores a visitarem a XX Bienal Internacional do Livro de São Paulo no Anhembi. A feira e exposições inicia-se a partir de hoje dia 14/08 e vai até o dia 24/08.
Nesta oportunidade você irá conhecer o livro de minha autoria cujo título é Jesus O Mago da Dialética. Está obra foi produzida pelo grupo editorial Scortecci, e estará exposto no seu stande na Avenida 1, entre as ruas C e D. No Anhembi.
Este livro pode também ser encontrado na Livraria virtual -www.asabeca.com.br
Endereço da Editora Scortecci: editora@scortecci.com.br - http://www.scortecci.com.br/
Tel. (11) 38138987 - Fernanda Sá
Tel. (11) 38151177 - (11) 38156996 -Marcia
Bienal do Livro de São Paulo 2008
14 a 24 de Agosto

Parque de Exposições Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209
Santana - CEP: 02012-021
São Paulo - SP – Brasil

entrada R$ 10,00
estudante R$ 5,00

Horário:das 10:00 às 22:00

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O MAGO DA DIALÉTICA


JESUS, O MAGO DA DIALÉTICA / Leon Diniz

No livro Jesus O Mago da Dialética, de Leon Diniz, encontra-se a seguinte leitura. O Messias anunciou aos seus discípulos que ele mesmo não poderia dizer o dia e nem a hora da sua volta, mas acrescentou que haveria inúmeros sinais no céu, no Sol, na Lua e nas estrelas. O eclipse solar, ocorrido no dia 11 de agosto de 1999, em decorrência de um raro fenômeno que foi o alinhamento de todos os corpos celestes do nosso sistema solar, reproduziu no céu o desenho de uma monumental Cruz Cósmica, tendo o Sol na cabeceira da cruz e os planetas Urano e Netuno ao pé desta cruz. Saturno e Júpiter alinhados no braço direito, Marte, por sua vez, compunha o braço esquerdo. A Terra ao centro da cruz, ocupava o posto do crucificado, enquanto a Lua e Mercúrio se colocavam entre a Terra e o Sol produzindo o último e mais importante eclipse do século e do milênio.
A humanidade, aturdida em meio a mil conflitos na Terra, não percebeu mais este sinal do Mago da Dialética, como também não se deu conta de que ele cumpriu a promessa de nos enviar um Consolador: o "Espírito da Verdade" - João. 14: 15 - 17.
Na França, no dia 13 de novembro de 1833, ocorreu no céu o mais esplendoroso espetáculo de estrelas cadente até então jamais presenciado pelo homem. Vinte anos depois, o professor Hippolite Leon Denizard Rivail (Allan Kardec) iniciava os estudos dos fenômenos naturais e sobrenaturais que dariam a humanidade a oportunidade do encontro com o Consolador prometido, e uma nova chance para a sua definitiva redenção.
Entretanto, na condição de Espírito da Verdade que conhece nossas limitações e amigo generoso que não abandona os aflitos, Jesus de Nazaré prometeu:
"Eis que estarei convosco todos os dias, até a consumação dos Tempos" - Mat. 28:30.

Leon Diniz é paulistano, nasceu no dia 30 de janeiro de 1953, no bairro de Vila Medeiros, zona norte de São Paulo, no antigo nº 31 da Rua Bernardino de Medeiros. É o terceiro filho de mãe fluminense e pai natural de Guaratinguetá. Ele encontrou em sua mãe, Isabel Diniz, assídua leitora e praticante do Evangelho de Cristo, a inspiração para que, desde a infância, mantivesse o seu espírito arguto com relação a qualquer fato que se referisse ao intercâmbio entre o mundo visível e o invisível, procurando ler tudo o que lhe caía nas mãos a respeito do referido tema, questionando os adultos sobre todo e qualquer assunto místico que pudesse estar envolvido pelo manto do mistério ou do proibido.
O seu pai, João Francisco dos Santos, um baluarte da honestidade e franqueza absoluta, transmitiu ao filho estes traços de caráter. Do seu padrinho, Julio de Paulo, assimilou a disciplina e o forte carisma. Da sua irmã primogênita, Lílian Aparecida Chamizo, que ao lado da sua mãe muito zelou pela sua formação, herdou a determinação, a cautela e a responsabilidade. Aprendeu muito com a professora Marina Ribeiro, sua mestra do curso primário que, como anjo bom e protetor, o amparou em toda a sua formação educacional durante a infância e adolescência. Reforçando em seu caráter a importância da generosidade como um dos liames que une o homem a Deus. E, por fim, já na maturidade, encontrou no Grão Mestre da escola Teocósmica, Cel. Plínio Rolim de Moura, o ponto de equilíbrio para a compreensão de inúmeros fenômenos físicos e metafísicos, naturais e sobrenaturais, que norteiam a vida encarnada na Terra, assim como a sua eterna continuidade no reino invisível.
Leon Diniz, foi vice-presidente do Projeto Teocósmico de São Paulo. É presidente do Liceu Holistico do Conhecimento. É graduado em Jornalismo, pela Universidade de Mogi das Cruzes; em Direito, pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduando em História, pela Universidade de São Paulo. É co-autor dos livros: Nostradamus, O Apocalipse e o Ano 2000; O Oriente Muçulmano Invadirá o Ocidente Cristão. É autor das monografias: Vozes da Alma – Vol. I. II. III. IV.; Novíssima Revelação e O Grande Meggido. Autor do livro Jesus o Mago da Dialética.
SERVIÇO:

Jesus o Mago da Dialética Leon Diniz Scortecci EditoraISBN 85-366-0711-4Auto-ajuda - JS 4136Formato 14 x 21 cm - 100 páginas 1ª Edição - Ano 2006