terça-feira, 26 de agosto de 2008

MEU LIVRO NA WEB

JESUS

O

MAGO DA DIALÉTICA



BUSCOU REFORMAR O HOMEM PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE, DESPERTANDO O PARA SUA ORIGEM DIVINA COM APENAS UM PENSAMENTO; - “CONHECEIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”.



COM ELE APRENDI QUE A MELHOR TÉCNICA DE AUTO-AJUDA ESTÁ NA CERTEZA DE QUE QUANDO O HOMEM SE REFORMA DESPERTANDO O ESPÍRITO DA COMPAIXÃO, O MUNDO SE TRANSFORMA.

LEON DINIZ



DEDICATÓRIA


A DEUS, SUPREMA CONSCIÊNCIA CÓSMICA QUE SE MANIFESTA HARMONIOZAMENTE NA MAGIA DO UNIVERSO ATRAVÉS DAS LEIS KARMICAS E CÓSMICAS



A todos os prepostos da Consciência Cósmica que foram colocados no meu caminho, para me auxiliarem na jornada da vida.

Com eterna gratidão aos meus mestres e inspiradores
Hyppolite Leon Denizard Rivail
Léon Denis
Amenófis IV ( Faraó Akenaton)
Rámoises

Em especial à minha Mãe Izabel Diniz.
Minha mestra Marina Ribeiro.
Minha protetora Maria Ribeiro R. de Moura.
Minha esposa Cândida do Nascimento.
Minha filha Liliane Cássia R. Santos.
Minha irmã Lílian Aparecida Chamizo.



UM PERFIL DO AUTOR


Conheço o doutor Leon há muito tempo, compartilhamos a nossa infância em um período em que o mundo desconhecia as agruras da violência urbana. Naquela época, a São Paulo da garoa com seus bondes e lampiões a gás, há muito já havia ficado para trás. Mas a nossa meninice ainda era serena. A cidade, assim como o bairro onde morávamos, ainda respirava ares de tranqüilidade, e, ao cair da tarde a natureza, parecia se despedir do dia, indo adormecer antes que nas casas as primeiras luzes fossem acesas, iluminando a vida e a alma de cada doce lar.

Enquanto eu dava aulas para minhas bonecas ensinando o “b”, “a”, “ba”, que ha pouco eu aprendera na minha escolinha querida, ele, ativo como poucos meninos da sua idade, já buscava alguma forma de ganhar algum dinheiro com o suor do seu rosto, e, para atingir seu objetivo, vendia revistas velhas na feira; outras vezes era limão. Ele nunca parava, estava sempre irrequieto, buscando algo para fazer.

O menino engraxate que eu via crescer, já sonhava alto, sentado em sua caixa de engraxar, entre a limpeza de um sapato e outro, repetia aos seus fregueses acostumados a suas prosas, – Eu ainda serei um jornalista.

Parecia um sonho distante. Estaria ele sonhando acordado? No se caso a vida demonstrou que o sonho acordado era uma forma de mantê-lo vivo diante de tantas adversidades que ainda teria que superar, pois quem sonha com aquilo que ama e ama aquilo que sonha é mais que um sonhador: e será com certeza um grande realizador.

E foi seguindo as pegadas do seu sonho que um dia, ao terminar o curso Colegial, viu-se na eminência de ter que escolher uma Faculdade. E foi quase sem nenhum recurso financeiro que ele tomou a decisão de sua vida: foi prestar vestibular para ingressar na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Mogi das Cruzes.

No lugar da escova de sapatos e da lata de graxa, Leon, ostentava nas mãos o seu diploma de Jornalista. Assim, a sua caneta agora era a definitiva ferramenta de trabalho. Muitos outros diplomas vieram, daria para encher uma parede. Nesta época encontrou, no gênio e historiador Coronel Plínio Rolim de Moura, o grande estímulo que precisava, pois ambos passaram a ministrar palestras e conferências sobre as Profecias de Nostradamus, numerologia, egiptologia, pirâmidologia, ufologia, decifrações de enigmas e simbologia. Escreveram livros em parceria, entre os quais se destacam as obras “Nostradamus o Apocalipse e o ano 2000”, “O Oriente Muçulmano invadirá o Ocidente Cristão”. Este último foi uma autêntica antecipação do que seria o ataque de 11 de Setembro de 2001aos Estados Unidos da América do Norte. Porém, de Jornalista ele passou a ser entrevistado por jornais, rádios, revistas e televisão. Foi nesta época que ele passou a perseguir um outro sonho: queria ser advogado.
Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade São Judas, em cinco anos estava formado conquistando a cobiçada Carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Enquanto prosseguia escrevendo para jornais e participando de programas de rádio e televisão para não esquecer a vocação de jornalista, começou advogar. Como não poderia deixar os livros de lado, escreveu os projetos de livros “Novíssima Revelação”, “O Grande Meggido”, “Vozes da Alma”, “Brumas do Tempo”, e por ultimo “O Mago da Dialética”.


E é exatamente no livro “O Mago da Dialética”, que o Dr. Leon deposita toda a sua energia e expectativa, pois o menino engraxate, jornalista, advogado e escritor continua sonhando, que só “O Mago da Dialética”, é capaz de despertar o grande mestre que há no interior de cada criatura, resgatando-a para a sua real origem Divina.

PROFESSORA CECILIA SOARES




INDICE

Prefácio..........................................................7
Apresentação.................................................8
Introdução......................................................9
Prólogo “A cruz Cósmica”............................11
A viagem......................................................14
As duas testemunhas..................................16
A partida......................................................18
A Grande Pirâmide......................................19
A Câmara de Prata......................................21
Não matarás................................................22
Provas da reencarnação.............................24
O mago da dialética....................................26
A morte do homem divino...........................32
Meditação o buril da alma...........................34
Água viva....................................................39
Estamos todos mortos................................40
Os três símbolos.........................................42
A tentação do Cristo...................................45
Saída do Egito............................................47
Enooc o viajante das estrelas....................48
Satanael o Lúcifer Cósmico.......................51
A virtualidade deste mundo.......................54
Miguel combate Satanael.........................56
Emanuel a luz nas trevas.........................60
A hora do espírito liberto...........................61
O retorno...................................................63
O grito de alerta........................................66




PREFÁCIO


O Mago da Dialética é uma iniciação aos mistérios guardados no Egito Antigo, fazendo-nos contemplar em linguagem moderna as profecias escritas em pedra na Grande Pirâmide. Leon Diniz viaja por entre paradigmas com lógica e responsabilidade, coragem e determinação, conduzindo o leitor a desafiar os limites científicos religiosos.


A história e seus fatos correlatos, são aqui transcritos com audácia de profundo conhecedor de uma Teoria e Teologia Cósmica versátil e elucidativa. O que lhe permitirá viajar por novos horizontes sem nenhum mistério.


O Mago da Dialética é uma proposta de auto-ajuda direcionada não para a matéria, mas sim para a alma. É arrojado por buscar ser um semeador de pérolas nos corações ávidos por saber. Embarque nesta viagem e desvende suas nuances.


MARCOS FLORE ANTUNES.



INTRODUÇÃO


Os fatos não podem vir separados da ficção e nem o homem do mito. Para falar a respeito do Mago da Dialética, tive que me investir de uma disciplina que sei nunca ter possuído. Não é fácil ter que abordar assuntos tão delicados e verdadeiros tabus como a questão da gênese humana e também abordar detalhes sobre as existências de sublimes luminares da história da humanidade como Jesus de Nazaré, Moisés, Akenaton e tantos outros, sem que a sensibilidade ou a crença do leitor seja tocada, ainda que de leve, como uma pluma que parecia estática no alto do penhasco da vida, e, ao toque mágico do vento, passe a voar bailando sobre campos até então desconhecidos.

Tive que aceitar as inspirações vindas do outro lado do rio da vida com muita humildade e determinação. É por esta razão que convido o leitor a embarcar nesta viagem sem carregar na sua bagagem qualquer preconceito ou idéias fixas a respeito do que já tenha aprendido com os velhos dogmas. Faça como o discípulo Tomé, que quis ver para crer. Venha ler para crer... a verdade está neste livro esperando-lhe de braços abertos como há dois mil anos.

Tanto a figura eterna do Messias de Nazaré como a do sublime legislador Moisés, o príncipe do Egito, não deveriam sair em momento algum da memória e do cotidiano da humanidade. E não faço aqui qualquer sugestão de caráter religioso, pois me incluo entre aqueles que entendem que a fé e a razão estão há anos luz distante de qualquer dogma religioso, que ainda não entenderam que fora da caridade e da compaixão não há solução para a redenção da humanidade. Reconheço respeitosamente a existência de criaturas que necessitam do estimulo de algum tipo de dogma religioso criado pelo homem para ter despertado em si a fé que é um atributo absoluto da alma.

Mas o homem que já atingiu um elevado nível de consciência espiritual, identifica o valor didático e dialético nas mensagens deixadas pelos dois mais significativos “M” da vida planetária, Moisés e o Messias. Começa perceber também que todos os habitantes deste planeta, receberam um terceiro pilar profético, um livro de pedra milenar que já superou terremotos, dilúvios, enfim, todas as adversidades do tempo, tenha ainda assim, permanecido hermeticamente fechado, até que o homem moderno tivesse maturidade para lê-lo sem desvios de traduções ou interpretações como acontece com a maioria dos escritos seculares que vão sendo reescritos para servirem a determinados propósitos que não cabem serem observados neste momento. Estou me referindo a Grande Pirâmide de Gisé, cuja construção revela um fantástico arcabouço de informações sobre a cosmogonia universal, a geometria, a matemática, a história da humanidade e as revelações das mais assombrosas profecias.

A egrégora do território Egípcio é tão importante que, além, de ser a única nação do planeta que tem nas linhas limítrofes o formato de uma pirâmide enterrada na areia, foi também o local escolhido pela providência divina para que Moisés fosse criado e educado por uma princesa egípcia, recebendo assim todos os ensinamentos místicos e iniciáticos que um Sumo Sacerdote da corte deveria ter, a ponto de transformá-lo no portentoso instrumento divino capaz de deixar claro para toda a humanidade, através dos seus feitos extraordinários, a íntima ligação existente entre a Consciência Cósmica Divina e toda a humanidade.

E para que fique bem delineada a importância da terra dos faraós neste contexto divino, foi ali que o Messias viveu os seus primeiros anos de vida enquanto seus pais carnais fugiam e se ocultavam da fúria do rei Herodes, que já mandava matar crianças com o intuito de eliminar o salvador dos homens. E não é sem razão que numa vista panorâmica do interior da Grande Pirâmide, é possível verificar através de cálculos astronômicos que o corredor descendente da porta de entrada apontava no ano 2144 A. C, para a estrela Polar do Norte, a Alfa da Constelação do Dragão, sua luz projetando corredor abaixo termina numa Câmara subterrânea abaixo do piso da Pirâmide numa demonstração inequívoca do declínio moral e espiritual da humanidade.

Entretanto, há um caminho alternativo para o soerguimento do homem, eis que os mesmos cálculos informam que à meia noite de 22 de setembro do ano de 2144 a.C. as linhas traçadas do chão, seguindo pelo centro de cada parede, indo para o cume da Pirâmide em direção ao céu, apontavam, para a bela estrela Alcione, na constelação das Plêiades, formada por um grupo de sete estrelas sinalizando a origem divina da humanidade.

A elevação do homem que decaiu, passa por um estreito caminho ascendente que vem do fosso ou Câmara subterrânea e vai dar em uma pequena Câmara denominada “gruta”, cujo nome faz lembrar aquela de Belém onde nasceu a luz da humanidade. Prosseguindo neste caminho ascendente, depara-se com o ponto que forma a encruzilhada entre o fim deste caminho messiânico com a morte do Mestre da Galiléia, e o corredor ascendente, para aquele que vem de fora da Pirâmide, pela entrada principal a caminho da Câmara do Rei. Na Câmara do Rei ressuscitado, encontra se um sarcófago horizontal de pedra vazio, sem vestígio do morto, a exemplo do que ocorreu no terceiro dia após a crucificação e morte de Jesus.

Toda esta narrativa tem o escopo de demonstrar que a vinda do Mago da Dialética ao planeta Terra, foi parte de um roteiro previamente traçado por uma consciência superior do mundo invisível, e que o Messias tanto quanto Moises, não vieram a este mundo para servir exclusivamente de ícones para egípcios e judeus. Suas sagas bem demonstram que tratavam - se de dois pilares, patrimônios da humanidade.

Um comentário:

Liliane disse...

Muito boa essa "amostra gratuita" do seu livro. Já avisou todo mundo que colocou no blog?

beijosss

Lili