segunda-feira, 2 de março de 2009

MEU LIVRO NA WEB (Jesus O Mago da Dialética)

PROVAS DA REENCARNAÇÃO

ficaram com tanto medo, que caíram com o rosto em terra. Jesus veio e tocou neles dizendo: - Levantem-se e não tenham medo!. Eles olharam em volta e viram somente Jesus. Quando desciam do monte ele deu ordem para que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o filho do homem ressuscitasse dos mortos. E seus discípulos o interrogaram dizendo: - “Porque dizem então os doutores da lei, que é mister que Elias venha primeiro”? - E Jesus respondendo, disse-lhes: -

“Em verdade Elias viria primeiro para preparar tudo. Mas eu vos digo que Elias já veio, e não o reconheceram, mas o maltrataram e fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o filho do homem”. Então entenderam os discípulos que Jesus de Nazaré lhes falara de João o Batista, que foi a reencarnação de Elias.

- Assim fala João o evangelista a respeito de João o Batista no cap. 1: do seu Evangelho: “Houve um homem enviado por Deus. Seu nome era João o Batista, este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para testemunhar da luz.” A luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todo homem, ou seja Jesus.” No capitulo 1: versículo 15: de João o Evangelista, temos João Batista dando testemunho dele, e clama: - “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou adiante de mim, porque existia antes de mim”.

- O essênio João Batista, era uma criatura muito especial, a sua aparente rudeza exterior, contrastava com a sublimidade de sua alma. o mártir do rio Jordão teve na vida de Jesus igual importância a que representou Arimatéia, pois se este segundo despertou definitivamente Jesus para a luz da sua trajetória messiânica, João foi o austero arauto do início do Nazarenismo como redentor de almas.

- Foi ele quem inspirou Jesus a não ceder a fraqueza da matéria, a não temer os perigos e as adversidades. A morte trágica do Batista, não acovardou o Messias, pelo contrário inflou ainda mais a vontade férrea de Jesus, que se já não pretendia renunciar a missão determinada pela Consciência Cósmica, não queria também decepcionar o seu amigo e inspirador espiritual, mesmo sabendo que pouco tempo o separava do momento que iria também encarar o seu calvário a exemplo do que sucedeu com o primo que foi decapitado por denunciar publicamente os delitos da poderosa elite dominante naquela época.

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