segunda-feira, 28 de setembro de 2009

MEU LIVRO NA WEB.(JESUS O MAGO DA DIALÉTICA).

cont. JESUS O MAGO DA DIALÉTICA

- Caros amigos, prossegue Rámoisés falando, - a transgressão do “não matarás” é portanto a causa maior da decadência do espírito humano, o que atirou este planeta no rol dos mundos inferiores governados pelo império do mal. Este foi o erro original, decodificado por alguns cleros desta esfera como sendo o pecado capital simbolizado num fruto vermelho que é maçã. O vermelho da maçã é a representação do sangue animal que alguns dos primeiros hominídeos da raça Adâmica oriundos da Constelação de Capela de Auriga* derramaram, imitando assim, hábitos primitivos dos Cro-Magnons e seus ancestrais nativos da Terra e que já registravam nas paredes das cavernas as cenas de caçadas, e de combates tribais revelando o predomínio dos instintos inferiores naquela fase da vida planetária. - É importante ressaltar que Adão e Eva, mais do que o primeiro ser do gênero masculino e feminino de uma nova linhagem de hominídeos, foram as duas primeiras almas no processo de transmigração colonizadora de mundos, trazidos de um planeta distante e que aceitaram a experiência da encarnação como filhos de casais Cro-magnons que já habitavam a Terra nesta época. Dando por assim dizer, a origem à raça Adâmica, em uma determinada região do Oriente Médio.

- Acrescentasse a isso a certeza de que na reconstituição da cena do crime, o dolo ou a culpa atribuída à figura da mulher não tem maior relevância que a do homem. Mesmo porque, se o primeiro delito do abate de um animal para se constituir em alimento foi realizado por um ou por outro, não está em questão debater isso por ora. O que importa é saber, porque espíritos com elevados níveis de conhecimentos, vindos de orbes distantes, aqui encarnados a caminho de um processo civilizatório em marcha, cederam a estímulos primitivos já extintos em sua alma há muitas eras, para se igualar àqueles seres inferiores, ainda dominados por hábitos animalescos, que eles tinham como missão ajudar inserir em um novo mundo sob a égide do império da luz e do: “não matarás”.

Ziller foi um eminente mestre de matemática do jovem Rolim de Moura e que se incumbiu da missão de iniciá-lo nos estudos de pirâmidologia e decifrações de enigmas proféticos ainda na adolescência..
Capela de Auriga trata-se de uma constelação que tem nos seus traçados enorme semelhança com a Grande Pirâmide. É também o sistema planetário onde pela tradição espiritualista guarda os segredos da origem da humanidade adâmica.
Novamente um outro texto aparece gravado na rocha: Gênesis, 1: 26- Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como nós, que se parecerão conosco. Eles terão poder (domínio*) sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais domésticos e selvagens e sobre os animais que arrastam pelo chão. 27- Assim Deus criou o homem, e o criou parecido com ele. Criou o homem e a mulher. 28- E os abençoou, dizendo: - “Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a Terra e a dominem. Tenham poder (de locomoção)* sobre os peixes do mar, sobre as aves que voam no ar e sobre os animais que arrastam pelo chão”. Olhei para o mestre Rolim e perguntei, - Porque havia dois parênteses grifando locomoção? - Escreva... , não perca nada, depois nos falamos.

Outra inscrição descrevia o versículo de número vinte e nove e com letras em tamanho maior, talvez tentando chamar nossa atenção; 29- Para vocês se alimentarem, eu lhes dou todas as plantas,que produzem sementes e todas as árvores que dão frutos (portanto, não matarás!) . 30- Mas, para todos os animais selvagens, para as aves e para os animais que se arrastam pelo chão, dou capim e verdura como alimento... E assim foi feito. Quando eu imaginava que já estávamos terminando, nova frase surgiu no quadro de pedra, Genesis: 2: 8- Então Deus Eterno plantou um jardim na região do Éden, no leste e ali pós o homem que ele havia formado. 9- O Deus Eterno fez que ali crescessem árvores lindas de todos os tipos, que davam frutas boas de se comer. No meio do jardim ficava a árvore dá vida e também a árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. 16- E o eterno deu ao homem a seguinte ordem: - Você pode comer as frutas de qualquer árvore do jardim, 17- menos da árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Não como a fruta dessa árvore; pois, no dia em que você a comer, certamente morrerá.


O instrutor chamou-nos a atenção dizendo: - observem vou lhes mostrar no quadro de pedras ambas as árvores, ou os símbolos que as representam, assim dizendo subiu no platô, dirigindo-se à mesa pegando sobre esta uma das pedras de formato esférico. – O que eu tenho na mão? Ah! desta vez fui mais rápido que o Cel. Rolim; - Pedra! exclamei rapidamente. – Não, disse o guia, isso é um fruto perene: – Fruto? resmunguei inconformado: - sim, fruto, afirmou o guia, está aqui a famosa representação da Maçã do jardim do Éden. E saiba que o espírito do homem tem fome do saber e não sede do saber. É por isso que desde os primórdios os conhecimentos do homem foram representados pelos frutos do saber que alimenta o intelecto. O saber é eterno como a rocha, ele é transferível para outras pessoas, mas é indestrutível e perene.


O Poder sobre os peixes das águas e sobre os pássaros do céu, significa o poder de locomoção aérea e naval que o homem poderia vir a desenvolver no futuro.
- Meus amigos as duas árvores plantadas no meio do Jardim do Éden, eram a árvore dá vida e a árvore que dá o conhecimento do bem o do mal, e para que ambas chegassem incólumes até os dias atuais, elas teriam mesmo que serem feitas de pedra. Vou apresenta-las agora mesmo para vocês, descortinando todo o mistério; e assim falando, bateu a ponta do cajado no quadro de pedra, onde apareceram lado a lado uma caverna com desenhos pré-históricos e uma pirâmide tendo em suas paredes desenhadas com hieróglifos. O mais espantoso é que a parede da caverna estava repleta de desenhos cuneiformes onde homens perseguiam caças para matá-las e guerreavam contra seres de sua própria espécie.

O instrutor fez questão de citar que pelo desconhecimento da matéria prima para produzir tintas, muitas daquelas figuras eram cunhadas à base de pedra lascada, ou eram desenhadas com sangue de animais e muitas vezes até sangue humano. Entretanto não se notava o uso de sangue em qualquer inscrição de hieróglifos nas paredes da pirâmide. Está agora desvendado o eterno enigma à cerca da árvore da ciência do bem e do mal. Lembrei-me que uma das formas de grafia da letra “h” no hieróglifo era retratada por uma corda dobrada ao meio se entrelaçando em espiral, intercalando-se em espaços vazios a cada nó como que reproduzindo o formato de uma cadeia de DNA.

Assim mais do que nunca a explicação do instrutor fazia sentido. Lembrei-me que o ano de 1953, mais precisamente o mês de Agosto, foi a última data encontrada na grande Pirâmide, a partir daí se esgotam as datas e as alegorias proféticas no muro sul da Câmara do Rei. Esta data parece demarcar o início do renascimento espiritual da humanidade. Inúmeros místicos e esotéricos não divergem entre si ao afirmarem que em Agosto de 1953 o planeta Terra adentrou definitivamente na futurística era de Aquário.

Este ano representa também um marco histórico que revolucionaria a comunidade científica mundial ligada aos estudos da genética, pois foi em 1953 que o cientista inglês Francis Crick, o americano James Watson e o físico neozelandês Maurice Wilkins, anunciaram ao mundo que o ácido desoxirribonucléico era formado por uma dupla hélice. Estava desvendada a estrutura de espiral dupla do DNA, este feito extraordinário revolucionou os rumos da genética, permitindo a partir daí estudos mais avançados que culminaram nos dias de hoje com o mapeamento do genoma humano, e a decodificação do código genético, bem como estimulou os cientistas genéticistas a desenvolverem pesquisas que tornou realidade a criação dos primeiros clones de animais.

Gênesis: cap. 2. vers. 9 E, o senhor fez brotar no jardim do Éden a árvore da vida, e a árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Você poderá comer os frutos de qualquer árvore do jardim (subtende-se aqui, inclusive os frutos da árvore da vida). E foi exatamente o que os eminentes geneticistas acima citados fizeram. Eles abriram o caminho para que fosse mapeada a árvore da vida. Mas então que estímulo interno ou externo poderia ter incitado os homens da raça adâmica a infringir o código de edificação moral e espiritual do qual eles eram conhecedores? A final estava impregnada em suas almas os princípios que regem a lei do amor, da ação e reação, da causa e efeito. Porque eles ao tomarem conhecimento da existência da árvore que dá o conhecimento do bem e do mal, procuraram reproduzir as cenas de derramamento de sangue e se alimentarem das víceras de animais tido como inferiores? A solução do mistério estava o tempo lá no meio do jardim no vale do Nilo.

VOZES DA ALMA - V.I (P.14)

A DESPEDIDA DE MADRI

Desperte Pablo a luta enfim terminou,
Deixai que os mortos, seus mortos enterrem.
Dizia-me Assis - quem com ferro fere,
Futuramente tombarão sob os ferros que ferem.

Abraçando-me falou a bela morena,
Pablito não nos separaremos jamais.
A casinha que deixamos será sede,
Da associação de defesa dos animais.

Você será honrado como líder espiritual,
Assis ocupará o lugar de patrono.
Os frutos desta obra se estenderão pela Terra,
Assim como se enchem os pomares no outono.

O amor do astral que a muito nos une,
Transformou-nos em irmãos nesta jornada.
Bem mais que mãe e filho, ou amantes,
Somos almas gêmeas trilhando a mesma estrada.

Livre do incomodo veículo físico,
Meu corpo fluídico levitava qual pluma.
Era fantástica minha sensação de leveza,
Eu olhava admirado e não falava coisa alguma.

Repentinamente passei a ter visões,
Eu seguia flutuando pelas ruas de Madrí.
Embora ninguém notasse minha presença,
Percorri cada recanto onde outrora vivi.

Retornei a arena Central ao por do sol,
Entretanto ela já se encontrava vazia.
Uma enorme mancha vermelha,
No solo arenoso, solitária jazia.

Regressando a minha ex-habitação,
A alegria veio explodir meu coração.
Encontrei amigos e antigos toureiros,
Que se reuniram para continuar minha missão.


Poesia extraida do Livro Vozes da Alma.
Autoria: Leon Diniz.Reg. de Direitos Autorais nº 322.435.
Livro 590.Folha: 95 . Fundação Bibliotéca Nacional. Ano 2004.